[Limpeza e desinfecção: conheça as diferenças]

Em tempos difíceis como o que estamos enfrentando é muito importante conhecer as diferenças entre limpeza e desinfecção e saber como devem ser executadas.

Nunca se falou tanto em limpeza, desinfecção, higienização e até sanitização. São tantos termos que corremos o risco de pensar que são sinônimos para uma mesma atividade ou que suas ações e efeitos são os mesmos no combate a vírus e bactérias.

Na verdade, cada qual tem sua função e importância e algumas dessas ações podem ser até complementares.

Em tempos perigosos com alto risco de contaminação é fundamental conhecer e entender os procedimentos e suas diferenças, tanto no momento da contratação de uma empresa especializada, bem como no treinamento dos profissionais responsáveis por essas áreas em escolas, hospitais, escritórios e residências.

Afinal, é uma questão de saúde pública.

 

Limpeza, uma verdadeira arte
Tudo começa pela limpeza. É o processo essencial para garantir a saúde e o bem estar das pessoas em qualquer ambiente. A primeira e a mais importante etapa a ser cumprida para uma completa eliminação dos focos de doenças.

Limpar significa remover de forma manual ou com auxílio de equipamentos, o lixo e a sujidade das superfícies. Para isso são utilizados normalmente produtos multiuso, detergente e água. Recomenda-se que seja feita sempre por profissionais especializados e devidamente equipados para este trabalho.

Quando feita de forma correta, com método e atenção aos detalhes, a limpeza elimina a sujeira mais resistente e promove uma higienização de 95% dos antígenos nos ambientes, garantindo assim a eliminação dos micro organismos presentes nas superfícies de contato, chão e objetos, além de portas e janelas.

Mas, limpar bem exige metodologia e conhecimento na escolha dos materiais e das técnicas adequadas para cada ambiente.

Consiste em algumas etapas principais:

1. Limpeza prévia (força física e remoção de detritos);
2. Limpeza profunda (aplicação de detergente para remover matéria orgânica e inorgânica, respeitando as dosagens e o tempo de ação prescrito);
3. Enxaguamento;
4 – Secagem.

 

Desinfecção: complemento indispensável
A desinfecção entra como uma ação intensiva e complementar à limpeza diária para eliminar todas as bactérias e vírus presentes mesmo após a limpeza.

É indicada para todo ambiente onde haja mais concentração ou fluxo de pessoas, portanto onde é maior o risco de contágio.

A periodicidade deve ser estabelecida de acordo com o protocolo de cada instituição, a demanda e as características de cada local.

Mas atenção: para que a desinfecção realmente aconteça, o ambiente precisa obrigatoriamente passar por uma boa limpeza prévia.

O processo pode ser feito por meio de agentes químicos, com o uso de desinfetantes aplicados manualmente ou com equipamentos específicos.

A RS, por exemplo, utiliza um pulverizador eletrônico para a aplicação do peróxido de hidrogênio, também muito utilizado na desinfecção hospitalar. O trabalho é feito por um técnico devidamente treinado e paramentado.

O Peróxido de Hidrogênio é considerado por pesquisadores e microbiologistas um dos melhores e mais potentes desinfetantes da atualidade por conta do seu amplo raio de ação contra os micro-organismos e baixa toxicidade, fatores já comprovados cientificamente. Elimina bactérias, vírus, fungos e esporos, por isso é usado também em clínicas e hospitais.

 

Desinfecção para todos
Com o surgimento do coronavirus, a desinfecção passou a ser indicada como medida preventiva para todos os ambientes, sejam comerciais ou residenciais.

O procedimento prepara os ambientes para as atividades e evita principalmente a disseminação de micro-organismos responsáveis pelas infecções que comprometem a saúde.

Por isso, restaurantes, consultórios, academias, playgrounds, halls, salas de espera, quartos e banheiros de hotéis e demais lugares onde exista grande circulação de pessoas precisam passar por desinfecção com uma regularidade bem maior do que se fazia antes de 2020.

E todo esse trabalho precisa ser documentado, uma vez que as informações vão servir como embasamento e controle de todas as ações de limpeza e desinfecção do local no futuro.

Para uma garantia maior, todos os produtos químicos utilizados na limpeza e desinfecção de superfície devem conter no rótulo as devidas instruções de uso, número de registro (ou número de notificação) na ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e a categoria de uso.

Qualquer que seja o procedimento utilizado, o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é absolutamente indispensável: máscara (de tecido ou com certificado de aprovação), luvas, óculos de segurança, botas ou calçados de trabalho, uniforme ou aventais fechados.

Sem dúvida, o resultado da limpeza mais a desinfecção feitas por profissionais é um grande aliado neste momento de retomada das atividades. Uma empresa, que oferece estes serviços terceirizados, possui a expertise necessária para treinar seus colaboradores com foco no combate ao COVID 19, reforçando detalhes como limpeza em maçanetas, corrimão e telefones. A empresa especializada contribui da melhor forma para que o cliente esteja acima de tudo seguro e de acordo com os protocolos recomendados pela OMS.
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